Em meio a minha morte, em meio a minha dor, uma luz fraca aparece.
Não sei vinda de onde, ou enviada por quem. Apenas vejo-a, apenas sinto-a.
Ela tem um rosto. Ela tem um brilho. Ela tem uma intenção. Ela tem um nome.
Fábio...
Mas não sei se quero. Não sei se devo. Não sei se posso. Não sei se tenho medo.
Depois do que aconteceu, o que posso fazer? O que posso esperar? O que pode acontecer?
Alguém poderia me dizer? Porque eu não posso responder a nenhuma dessas perguntas.
Eu ainda sinto. Ainda dói. Ainda machuca. Ainda choro. Até quando... ? Eu não sei...
Muito tempo se passou desde que me fechei. Pouco tempo se passou desde que acordei.
Tudo é tão novo e tão velho ao mesmo tempo. Tudo é desconhecido e conhecido também.
Sentimentos opostos. Contraditórios. Mas sempre sentimentos. Os meus sentimentos.
Será que vou me fechar mais uma vez? Será que vou sonhar mais uma vez? Será...?
Eu não sei... Mas eu preciso saber... Eu quero saber... Você vai me dizer...?
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