Hobbie

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O Que Sinto Quando vejo

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Confusão...









Ontem estava feliz, alegre, animada. Sabe esses bons sentimentos que nos invadem, que nos faz sentirmos bem? E ao mesmo tempo nos deixam cegos para o óbvio? Pois é, eles se foram todos. E o que restou foi apenas uma grande confusão dentro de mim. Uma triste confusão diga-se de passagem!







A pessoa que me trouxe os tais bons sentimentos, fez-me o favor de levá-los consigo deixando apenas o vazio do engano, a vergonha do erro, o desespero da ausência, o frio da falsidade, a dor da mentira, e a certeza da solidão.







Segundos que se tornaram horas. Horas que se tornaram dias. Dias que se tornaram semanas. E semanas que não se tornaram meses.







Foi exatamente o tempo que durou minha ilusão, apenas uns poucos dias. O suficiente para que o estrago tivesse o efeito de anos. Já que a intensidade de qualquer sentimento não se mede em um tempo cronológico.







Para o amor, para o ódio, para a felicidade, para a tristeza, basta apenas um coração, um desejo, uma vontade.







A dor de uma alma perdida, de uma alma confusa tem o poder de derrubar um simples corpo, fazendo ele em pedaços daquilo que realmente fomos um dia: nós mesmos! É insuportável essa dor, não sei por quanto tempo vou resistir.







Quero morrer. Quero sumir. Quero fugir. Quero me perder. Quero esquecer. Quero estar em um lugar em que eu não saiba que eu sou, quem eu fui.







Não sei se tal lugar existe, um esconderijo para uma alma errante. Um refúgio para um coração cansado de bater em vão. Um repouso para um corpo calejado de tanto apanhar. Um descanso para alguém que não sabe como viver.







Aliás, eu não sei se ainda quero viver. Não sei se ainda posso viver. Não se ainda mereço viver, que vida mesmo? Nem isso eu sei...





















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